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HP mira na Computação em nuvens
December 17, 2009
HP mira na computação em nuvem por Charles Babcock | InformationWeek EUA 17/12/2009 Empresa lança duas ferramentas endereçadas ao emergente mercado de cloud computing
A HP quer levar seus clientes em direção à nuvem. O movimento passa pela alteração em dois produtos de sua linha de software: o Cloud Assure e o Operations Orchestration.
O Cloud Assure é um produto para controle de custos que faz provisionamento e projeções sobre quanto a nuvem demandará de recursos. A ferramenta ajuda a garantir que o usuário encomendou um servidor virtual de tamanho e preço adequado às suas necessidades.
O sistema orienta a gestão de serviços em nuvens externas, como o Amazon Web Services ou Terremark Worldwide. "Quando o usuário tem uma capacidade adicional, a empresa quer ter a certeza que fará o provisionamento correto", disse Paul Muller, vice-presidente de marketing estratégico da unidade de software da HP.
Já o Operations Orchestration visa mais o consumidor de serviços internos em data centers virtualizados, organizados na forma de nuvens privadas. Segundo a fabricante, o sistema garante aos usuários a capacidade necessária para os trabalhos por meio de equipamentos físicos ou virtuais.
Todavia, a ferramenta também mostra aderência também a nuvens externas. De acordo com Muller, se a empresa necessitar mais capacidade, vinda de fora, a tecnologia pode fazer o balanceamento e direcionamento das necessidades.
Por meio de uma pesquisa, a companhia descobriu que as pequenas e médias empresas querem adotar mais o modelo SaaS. Assim, a HP pretende posicionar-se como fornecedor para um novo (e grande) grupo de provedores de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês). Entra em campo a vertical de telecom.
A empresa tem planos para oferecer telecomunicações como serviço. A ideia é proporcionar uma plataforma a partir do qual um provedor oferecerá uma suíte de aplicativos para clientes de pequeno e médio portes por meio de um serviço online.
De acordo com a HP, mais de 50% das pequenas e médias empresas vêem as telcos como um agregador de serviços. Essas ofertas podem ser oferecidas em um pacote, o que abre uma grande oportunidade para a fabricante junto as teles
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