Continent Artigos>
Apropriação de Custo TI



Tsunami SOA

Visão dos Excutivos da CIO
16 May 2008


PLANOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE SOA


43%  Ja usa   41% Usá em 2 anos   16% USARÁ EM 1 ANO



A TSUSNAMI SOA  Este Brefing foi patrocianado pela IBM


 


VISÃO DOS EDITORES DA CIO


 


RELATÓRIO ESPECIAL PARA LÍDERES CORPORATIVOS






O TSUNAMI SOA



CAPÍTULO 1  O QUE MUDA NO MUNDO PÓS-SOA - CAPÍTULO 2 O ABC DO SOA CAPÍTULO 3


SOA: EM CONSTRUÇÃO



 


- CAPÍTULO 4 O VERDADEIRO DESAFIO DO SOA NÃO É TECNOLÓGICO

 



 


CAPÍTULO 5  OS QUATRO ESTÁGIOS DA ARQUITETURA DE TI  - CAPÍTULO 6 O MOMENTO DA ADOÇÃO DO SOA



 


 

Ainda com poucos usuários reais, a Arquitetura orientada a serviços atrai  as atenções de todo o mercado de TI. Este especial elaborado pelos editores do CIO traz informações para você decidir se já é hora de apostar no novo modelo Só se fala nela. Considerada a grande promessa para dar mais agilidade, reduzir custos e aproximar de uma vez por todas a tecnologia dos negócios, a arquitetura
orientada a serviços é, nos últimos anos, a vedete do mundo de TI.

Analistas, fornecedores e CIOs apuram os ouvidos quando o assunto é SOA. As razões são muitas.

Uma delas é o prestígio que o novo modelo de construção de aplicativos-se é que se pode resumir assim o conceito – traz para o executivo de TI que o adota.

Uma  pesquisa realizada pela revista CIO nos Estados Unidos mostra que tanto o CIO quanto a área de TI ganham poder e budget ao aderir à SOA. A presença no comitê executivo é um exemplo Entre os executivos que partiram para a arquitetura orientada a serviços, 74% estão no board. Dos que ainda não acreditam em SOA, apenas 59% estão no comitê executivo. O orçamento também é mais generoso para quem usa a nova arquitetura. Com SOA, a média fica em 8,9% da receita, contra 5,8% para os demais.

Para a sua empresa, investir em uma total reestruturação da arquitetura de TI para adotar SOA faz sentido? Para ajudá-lo a responder esta questão  que pode ser decisiva para a sua imagem na companhia -, CIO montou um especial com diversas reportagens, abordando diferentes aspectos do modelo.

Confira abaixo.

 

APRESENTAÇÃO

 

O TSUNAMI SOA

CAPÍTULO 1 O QUE MUDA NO MUNDO PÓS-SOA -  CAPÍTULO 2 O ABC DO SOA -

CAPÍTULO 3 SOA: EM  CONSTRUÇÃO  - CAPÍTULO 4 O VERDADEIRO DESAFIO DO SOA NÃO É TECNOLÓGICO

CAPÍTULO 5 OS QUATRO ESTÁGIOS DA ARQUITETURA DE TI -  CAPÍTULO 6 O MOMENTO DA ADOÇÃO DO SOA27

2001

O TSUNAMI SOA

 

Mudanças no mundo pós-SOA

CAPÍ CAPÍTULO 1

Transito no mundo do software a mais tempo do que gostaria de admitir (Se eu contasse, revelaria minha idade.)Acompanhei o vai-e-vem de muitas tendências. Muitas inovações ocorreram, algumas delas resultando em produtos e empresas muito interessantes, que deixaram sua marca no mundo e depois desapareceram. O modelo consistente que

observo é o avanço lento, nos últimos 20 anos, em direção à computação distribuída. O advento da arquitetura orientada a serviços (SOA) não é apenas outra moda passageira, um dentre tantos conjuntos de produtos e serviços. Acredito piamente que terá o mesmo impacto de longo alcance que a Internet teve quando surgiu como empreendimento comercial no início dos anos 90. Olhando retroativamente, muitas pessoas não tinham a menor idéia de como esta simpática tecnologia seria usada realmente no mundo comercial. Como se diz, o

resto é história.

Penso que, assim como a Internet, a SOA terá suas próprias conseqüências imprevistas para o

futuro da computação. A arquitetura orientada a serviços vai forçar uma mudança drástica no equilíbrio de poder no mundo do software, tanto do

lado do fornecedor quanto do cliente. Por que esta declaração intempestiva? Para começar, pense nas implicações da SOA. O novo modelo representa uma mudança radical no modo como o softwareé criado, reutilizado, recombinado, gerenciado vendido. Da perspectiva do cliente, a SOA põe o poder nas mãos do usuário de negócio. O que pode mudar? Em primeiro lugar, com o correr do tempo, SOA vai nivelar o jogo. Hoje, os principais fornecedores disputam o controle sobre quem possui a infra-estrutura do cliente. Alguma empresa sairá vitoriosa? SAP, Oracle, HP, IBM, Microsoft, um player open-source como Jboss? Alguma delas conseguirá convencer clientes em número suficiente para poder ditar as regras?

Talvez. Mas estou supondo um cenário diferente. Imagine chegarmos ao estágio em que os

fornecedores vão convergir em torno de padrões codificados como XML e todas as suas variantes necessárias para criar este framework arquitetural altamente distribuído. Imagine também queexistam bons adaptadores, capazes de permitir que todos os componentes de diversos ambientes conectem-se mais facilmente. E, por fim, imagine que os clientes querem mesmo é reutilizar seus ativos de software encapsulando-os de forma que sejam usados repetidamente para criam ovas aplicações virtuais.Se você acompanhar meu raciocínio, verá que SOA cria oportunidades interessantes. Veja algumasidéias que valem a pena considerar:

Os clientes vão levar SOA a sério — não só como iniciativa tecnológica, mas também como estratégia de negócio — e demandar que líderes da indústria colaborem para facilitar o trabalho dosclientes.

Vão surgir novos fornecedores capazes de capitalizar o trabalho realizado por líderes de infra-estrutura em torno de SOA para disponibilizar serviços comercializados que resolvam problemas específico sem mercados verticais específicos.Terá início a primeira era da industrialização de

software. Os fornecedores vão começar a criar soluções modulares baseadas no modelo SOA para se encaixar em frameworks existentes (tais como os volantes que podem ser usados em 20 modelosde carro diferentes).A aplicação empacotada que tem sido o alicerce da indústria de software nos últimos 25 anos começa a se transformar nestes pacotes industriais.

Daqui a uns 10 anos, o pacote de software tradicional vai desaparecer.

A arquitetura orientada a serviços veio para ficar e terá grandes repercussões

no mercado de software mundial na próxima década e adiante

3

CAPÍTULO 1 Peça –nos para enviar o conteúdo completo do artigo ou busque em


 



Ainda com poucos usuários reais, a arquitetura orientada a serviços atrai as atenções de todo o mercado de TI. Este especial elaborado pelos editores da CIOtraz informações para você decidir se já é hora de apostar no novo modelo


Só se fala nela. Considerada a grande promessa para dar mais agilidade, reduzir custos e aproximar de uma vez por todas a tecnologia dos negócios, a arquitetura orientada a serviços é, nos últimos anos, a vedete do mundo de TI. Analistas, fornecedores e CIOs apuram os ouvidos quando o assunto é SOA. As razões são muitas. Uma delas é o prestígio que o novo modelo de construção de aplicativos -se é que se pode resumir assim o conceito - trazpara o executivo de TI que o adota. Uma pesquisa realizada pela revista CIO nos Estados Unidos mostra que tanto o CIO quanto a área de TI ganhampoder e budget ao aderir à SOA.


A presença no comitê executivo é um exemplo. Entre os executivos que partiram para a arquitetura orientada a serviços, 74% estão no board. Dos que ainda não acreditam em SOA, apenas 59% estão no comitê executivo. O orçamento também é mais generoso para quem usa a nova arquitetura. Com SOA, a média fica em 8,9% da receita, contra 5,8% para os demais.


Para a sua empresa, investir em uma total reestruturação da arquitetura de TI para adotar SOA faz sentido? Para ajudá-lo a responder esta questão - que pode ser decisiva para a sua imagem na companhia -, CIO montou um especial com diversas

reportagens, abordando diferentes aspectos do modelo. Confira abaixo.

 Nota Continent : Foi despresado a estrutura do texto original, para reduzir espaço.


APRESENTAÇÃO


Revista CIO